sexta-feira, 18 de julho de 2014

Manual IM O bar ideal para ter em casa


Ter um bar decente em casa não precisa ser um sonho inalcançável e esnobe. Um canto da sala, da cozinha ou mesmo um daqueles carrinhos de bebidas retrô atrapalhando a passagem do corredor podem conter mais alegrias etílicas do que uma geladeira cheia de cerveja barata, sem chegar nem perto de custar o equivalente a uma adega bem montada.


Além disso, é mais charmoso preparar um coquetel para amigos ou namorada do que, digamos, plocpssshhh, abrir uma latinha. A mixologia, nome modernoso da arte da coquetelaria, é uma área lúdica e, quando bem usada, abre portas para bons negócios e relacionamentos.


Você não precisa ser um bartender exímio para executar boas combinações e agradar a paladares exigentes. Umas poucas dicas e uma pitada de imaginação fazem milagres. Para se garantir, recomendo treinar umas poucas receitas básicas.

Lembro que o grande Paul Bocuse, nome máximo da gastronomia nos tempos pré-Ferran Adriá, no prefácio a seu livro de receitas, recomendava à dona de casa (veja como o livro é antigo) aprender um ou dois pratos, um frango com batatas ao forno, por exemplo, e executá-los bem. Isto bastaria para impressionar visitas e fazer surgirem a admiração e os pedidos de repeteco. Afinal, dizia ele, ninguém precisa ser um chef com domínio de técnicas complexas para fazer sucesso em um jantar. Do mesmo modo, você não precisa ser o bartender do Ritz de Paris para preparar um dry martini.


É bom ter apetrechos básicos. Um dosador, uma coqueteleira, um copo mixer (mas serve uma pequena jarra) e uma colher de cabo longo (bailarina). E copos corretos. Ao menos um old fashioned, um para long drinks e um de coquetel tradicional.


Para um bar mínimo e muito eficiente, temos de contar com algumas variedades de destilados brancos (vodca, gim, cachaça, rum, etc.), outros destilados mais complexos (uísque, conhaque, tequila, etc.), um vermute tinto e um branco seco, um bitter (ou amaro), um licor, uma garrafinha de angostura, club soda, água tônica, alguma fruta e gelo. É surpreendente a variedade que pode nascer deste pequeno arsenal.


Aqui, um parênteses: de nada adianta comprar um single malt raríssimo e sublime e servi-lo com um gelo que pegou o cheiro de peixe do freezer! Ou gastar muito em uma vodca caríssima e deixá-la congelando ao lado da posta de bacalhau. O gelo é um dos componentes mais importantes de muitos coquetéis. Use água mais pura, mineral se possível, para fazer seu gelo.


Aprenda a preparar ao menos três coquetéis clássicos: um mais forte e seco, outro mais delicado e adocicado e finalmente um refrescante. Eu indicaria um negroni, um margarita e um gim tônica. Ou a trinca whisky sour, white lady e screwdriver. As receitas estão aos montes na web. Mas se quiser seguir a cartilha consulte quem sabe: aIBA, International Bartenders Associaation.


Depois de praticar um pouco, arrisque o mais complexo e algo místico dry martini. Este é um assunto por si próprio. Cheio de histórias e controvérsias. Quando dominar seu dry martini, é hora de alçar voos mais livres e criar suas receitas.


O importante é seguir alguns princípios. Procure contrastes e complementaridade. Não coloque duas ou mais bebidas muito parecidas no mesmo drinque, sejam elas muito aromáticas ou excessivamente alcoólicas. Muito doces ou muito amargas. Comece com um destilado e um suco. Depois acrescente um licor. No próximo passo, use um destilado e um vermute. Teste a dosagem. Vá em frente. Se agradou, tente acrescentar um amaro.


O segredo está em descobrir o que combina com o momento e com seus convidados. Algo mais seco, direto, apolínio? Vá de drinks potentes e alcoólicos. Ou algo festivo, leve, descompromissado? Prefira os mais diluídos em sucos, refrigerantes, tônica ou espumante.


Mas se seu negócio não é alquimia, ainda assim cada uma das bebidas rende bons tragos, puros ou com gelo. O investimento não se perde.



Lista facilitada:

2 tipos de uísque
Um blended (Johnnie Walker Black Label, Cutty Sark, etc) e um americano (Jim Beam, Jack Daniel's, etc.). O scotch e o uísque americano têm características aromáticas bem diferentes. Sendo normalmente mais sutil o paladar do europeu.

1 vodca de sua preferência

1 tequila branca

1 gim importado

1 vermute branco seco (Noilly Prat), usado para o dry martini e para drinks mais secos. É incolor e de sabor mais seco.


1 vermute tinto (Martini, Carpano Punt e Mes)
Diferentemente do vermute branco seco, o vermute tinto é usado para dar cor, quebrar um pouco a quantidade de álcool e por suas qualidades aromáticas. Bebido puro, com gelo, é um aperitivo delicioso. Mas tem quem o prefira como digestivo.


1 bitter (Campari, Aperol, Fernet Branca)
As bebidas amargas são um mundo em si. Muitos as consideram um gosto adquirido. Há quem as odeie puras e mesmo com gelo. Mas são ótimas para quebrar a doçura exagerada de certas misturas e funcionam como excelentes digestivos.


1 licor
Escolha um versátil (Cointreau, Triple Sec, Sambuca, etc.). Evite os muito coloridos no começo. Apesar de serem de grande ajuda quando você quer fazer algo mais decorativo, quase sempre têm sabores e aromas muito fortes, mais difíceis de controlar numa mistura. Guie-se por sua preferência, mas deixe também os cremosos para uma próxima fase.


1 rum importado ou uma boa cachaça branquinha
Ambos são destilados do novo mundo e subprodutos da cana-de-açúcar. Ótimos para coquetéis tropicais com frutas. O rum é base de uma série de receitas internacionais. Já a cachaça está apenas começando seu caminho rumo ao topo. Boas cachaças podem ser perfeitas bases de blends. Escolha o rum se quiser aprender clássicos. Mas prefira cachaça se quiser se aventurar mais.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Carros Os 10 carros de luxo mais caros do planeta

A Autobytel, companhia americana especializada em serviços de marketing e mídia automotivos, levantou os preços dos veículos de luxo mais altos do mundo. A marca mais recorrente é a Rolls-Royce, com metade dos carros mais caros, seguida pela Bentley, com três.


10 - Bentley Continental GTC: US$ 250.100
Este modelo conversível tem duas portas e quatro lugares, transmissão automática e um motor capaz de rodar cinco quilômetros por litro na cidade e 8,5 na estrada.

9- Mercedes-Benz SLS AMG Black Series: US$ 275.000
A versão mais básica deste carro tem transmissão com sete marchas, freios ABS nas quatro rodas, navegador de bordo integrado e airbags até para as pernas de motorista e passageiro.

8- Aston Martin Vanquish: US$ 279.995
Este veículo tem duas portas e dois lugares, apenas. Faz 5,5 quilômetros por litro na cidade e oito na estrada. A transmissão automática é padrão, independentemente da versão.

7- Rolls-Royce Wraith: US$ 284.900
Duas portas, quatro lugares, tem transmissão automática por padrão e, na versão mais cara, motor de 12 cilindros que roda 5,5 quilômetros por litro na cidade e 8,9 na rodovia.


6- Bentley Continental Supersports: US$ 291.900

Disponível nas versões comum e conversível, possui transmissão automática e faz 5,1 quilômetros por litro nas ruas e oito nas estradas.

5- Rolls-Royce Ghost: US$ 303.300
O sedan de quatro portas e cinco lugares está equipado com motor de 12 cilindros, capaz de andar 5,5 quilômetros por litro em cidades e 8,9 na estrada.

4- Bentley Mulsanne: US$ 303.700
Este veículo possui quatro portas, cinco lugares e transmissão automática por padrão. O motor de oito cilindros bebe bastante: faz 4,6 quilômetros por litro nas ruas e 7,6 nas rodovias.

3- Rolls-Royce Phantom Coupe: US$ 433.550
Equipado com duas portas e quatro lugares, possui motor de 12 cilindros e transmissão automática. Roda 4,6 quilômetros por litro na cidade e oito na estrada.

2- Rolls-Royce Phantom Drophead Coupe: US$ 474.600
Este carrão conversível vem com duas portas, quatro lugares e transmissão automática, como todos os outros luxuosos citados. O motor possu 12 cilindros.


1- Rolls-Royce Phantom: US$ 474.990
Tal qual outros “phantoms”, o veículo mais caro da lista tem quatro portas, cinco lugares e transmissão automática. Também bebe bastante: faz 4,6 quilômetros por litro nas ruas.

Filmes Camaro do filme Transformers – A Era da extinção



Com estreia marcada para o dia 17 de julho no Brasil, “Transformers: A Era da Extinção”, quarto filme da franquia, tem como estrela uma versão mais futurista do Chevrolet Camaro.

Assim como os filmes anteriores, o Chevrolet Camaro encarna mais uma vez o personagem Bumblebee. Para protagonizar mais uma vez o Autobot, o carro passou por uma remodelação exclusiva, feita por designers da própria GM a pedido dos produtores do filme.



A equipe projetou uma nova frente e uma carroceria ligeiramente mais larga para o cupê esportivo, que, assim, ganhou também musculatura e linhas mais agressivas.

“Estar em um filme de abrangência internacional é, sem dúvida, uma grande oportunidade para a GM mostrar seu potencial em design”, destaca Ed Welburn, vice-presidente Global de Design da General Motors.



Desde 2007, o Camaro esteve presente nos quatro longas, fato que a Chevrolet comemora como sendo extremamente positivo para a imagem do carro. Coincidência ou não, o Camaro passou a liderar as vendas em seu segmento em diversos mercados.



Além do Camaro, a Chevrolet também emplaca outros modelos na franquia. Em “A Era da Extinção”, fazem parte do elenco o hatch Sonic e o utilitário esportivo Tracker, dois modelos comercializados no Brasil, além do novo Corvette Stingray.

Além de fornecer veículos para a produção, a GM disponibilizou algumas de suas instalações nos EUA como sets de filmagem. Entre elas o Centro de Design de Warren, o campo de provas de Milford e a fábrica de Lansing Grand River.

Arte 50 tatuagens deslumbrantes inspiradas na natureza


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Finch Linden / Flickr
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workmana10 / Flickr
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Emily Boyer Photography / Flickr
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Shelby Herzfeld / Flickr
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Tatuagem feita por Princesstattoo Silvia, em Forlì, Itália.
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Tatuagem feita por Den Yakovlev.
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Charles Hildreth / 500px
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Jenna Bumgardner / Flickr
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Tatuagem feita por Brandon Holt, da Uptown Tattoo.
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Tatuagem feita por Amanda Wachob, da watercolor tatto fame.
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Tatuagem feita por Terence, da No Regrets, em Tallahassee, Flórida.
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Oh_Danny_Boy / Flickr
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(Estas são tatuagens temporárias que você pode comprar aqui.)
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Char-la-la / Flickr
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Tatuagem feita por Ellen Westholm.
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Gene Coffey / Flickr
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Discorat / Flickr
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Pei Ketron / Flickr
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